quinta-feira, 22 de maio de 2008

Museu do Oriente : um novo espaço




Galeria Sol | Museu Oriente

O Museu do Oriente foi inaugurado no 20º aniversário da Fundação Oriente, em Lisboa.

Funcionará como um centro cultural e terá uma programação que inclui cinema, música, dança, teatro, além das exposições voltadas para a Ásia.

O Museu do Oriente define-se como uma unidade museológica permanente, aberta ao público, tutelada pela Fundação Oriente, tendo por missão a valorização dos testemunhos quer da presença portuguesa na Ásia quer das distintas culturas asiáticas.




Museu Oriente
http://www.sol.co.ao/

Instalado junto ao Tejo, num edifício construído nos anos 40 para receber os Armazéns Frigoríficos do Porto de Lisboa e agora totalmente recuperado, este projecto da Fundação Oriente ocupa uma área de 15.500 metros quadrados, com seis pisos à superfície e uma cave.

A primeira exposição tem 1.400 peças alusivas à presença portuguesa no Oriente (essencialmente obras adquiridas pela Fundação ao longo de 20 anos) e a exposição "Deuses na Ásia" reúne 650 peças da colecção Kwok On (instrumentos musicais, marionetas, pinturas, porcelanas e lanternas, por exemplo).

©Lusa

Máscara da Ásia
http://www.museudooriente.pt/

A Colecção Kwok On da Fundação Oriente que engloba cerca de 500 máscaras, permitiu organizar em 2007, na Abadia de Daoulas, em França, a primeira grande exposição de máscaras asiáticas no Ocidente a fim de mostrar a variedade e a sua beleza estética. A presente exposição de mais de duas centenas de máscaras da Índia, Sri Lanka, Tailândia, Indonésia, Tibete, China, Coreia e Japão permite já fornecer uma ideia da sua diversidade.

Acesso livre às exposições sextas 18h00-22h00.




Nos primeiros dias, o Museu do Oriente vai apresentar uma peça musical desenvolvida pelo pianista Mário Laginha, que convidou alguns instrumentistas orientais (do Vietname, Índia e Japão) para o acompanhar.

©Lusa

No dia 24 de Maio, Musicians of the Nile (Egipto) será talvez um concerto a não perder.


Muito antes da onda da World Music, os 'Musicians of the Nile' foram o primeiro grupo da chamada "música árabe" a conseguir uma popularidade sem fronteiras, fenómeno inédito no universo da música dos países árabes. [...] A sua música, fruto de um popular e ancestral legado cigano, remonta à época faraónica e permanece até aos nossos dias uma das formas de expressão mais prezada no Egipto.



G-S

Fragmentos culturais

22.05.2008

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sábado, 17 de maio de 2008

A minha Pátria !








Fernado Pessoa
retrato por Almada Negreiros, 1954





Fernando Pessoa
Caricatura por Vinicius Luts-VL2002,2002


A minha Pátria é a Língua Portuguesa!
FernandoPessoa





Pessoa, Fernando, [1888-1935]



Patriota? Não: só portuguez.
Alberto Caeiro,  : (1º v.) 
BN Esp. E3/68-4r


G-S


(portuguesa, aprendiz de escritora)


Fragmentos Culturais
(em dias de lusitanas tristezas, em jeito de manifesto Anti Acordo)


17.05.08

actualizado 27.06.2026
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terça-feira, 13 de maio de 2008

Sonoridades em piano : Maria João Seixas




credits: Mark Tucker

"Não havia limite, o teclado escondia o infinito. Parecia simples, sete oitavas, não mais, um espaço tão curto que cabia dentro dos seus braços - e no entanto tinha a vastidão do mar."(...)

Teolinda Gersão, Os Teclados,
Publicações dom Quixote, 1ª edição, Abril 1999

Sem retirar mérito aos outros instrumentos musicais solistas, o piano é, segundo a minha sensibilidade, o mais profundo e completo, já que consegue falar todas as vozes e pressentir as infinitas tonalidades de uma inquieta alma.

Percorre em escalas de múltiplos sentires, sons cromáticos, espaços curtos ou longos, todos os meandros do nosso ser.

Inflexões e silêncios, detalhes de sentimentos bem recônditos, explicita sonhos e aspirações que de outro modo não nos atreveríamos a soltar, mesmo que em contraponto.

A Casa da Música tem o bom gosto e o mérito de dedicar um Ciclo ao Piano que está a decorrer desde Janeiro 2008 e se prolongará até Dezembro 2008.



piano

Steinway

"Ao longo de 2008 a Casa da Música acolhe grandes pianistas internacionais e jovens intérpretes num Ciclo extremamente variado. Desde a música para tecla de Scarlatti e Bach, na visão sempre inspirada de Maria João Pires, a uma das mais recentes composições do pianista Olli Mustonen, o Ciclo de Piano atravessa as diferentes épocas da história da música dando especial destaque ao período de ouro do Romantismo."(...)

Casa da Música

Grandes pianistas portugueses e estrangeiros passarão assim pela Sala Suggia!





Maria João Pires
créditos: Autor não identificado


Maria João Pires veio finalmente tocar na Casa da Música, depois de ter recusado o convite em 2005 para tocar no concerto de inauguração!

Não pude assistir, embora já tenha tido o privilégio de a ouvir no Rivoli há uns atrás. Não muitos.

Quase impossível. Um concerto esgotadíssimo e com muitos lugares reservados para convidados!Nem sempre aparecem Um desperdício para os que querem ouvir.

Sem dúvida uma das maiores concertistas do mundo e uma das melhores intérpretes de Mozart,
Maria João Pires interpretou Fryderyck Chopin, seu compositor favorito, segundo li.

Certamente que deixou, de novo, os melómanos extasiados. Raríssimo e sensível o seu frasear ou la 
touche, um talento profundo e íntimo que apenas deixa fluir.


Maria João Pires
"Uma artista que combina um raro refinamento estilístico com um uma compreensão profunda da complexidade intelectual e espiritual da música."

Zoran Minderovic (crítico da All Music Guide)

Chopin é também o meu compositor de música para piano. No entanto, como melhor intérprete de Chopin, eu sinto Martha Argerich! Formas de sentir que não dão para explicar.

Sem desprestígio para Maria João Pires que admiro como excepcional intérprete e como fundadora da
Associação Belgais mas que não venero, por algumas atitudes menos coerentes para com um país que a tem tratado com todo o carinho, mas que não cede.








"Et non seulement l'imagination musicale, celle d'un Chopin, d'un Schumann ou d'un Fauré, qui se suffit à elle-même et qui traduit, sans le formuler explicitement, les rêves et les désirs humains,"(...)

Alfred Cortot, La Musique Française de Piano, 
Presses Universitaires de France, 3e édition, 1948

G-S


Fragmentos Culturais de sentir musical, Martha Argerich, Chopin, Concerto para Piano e Orquestra, nº1, 2º Andamento

13.05.08
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quinta-feira, 1 de maio de 2008

Youth without Youth : o filme





Youth without Youth | Poster
Francis Ford Coppola, 2007
http://www.imdb.com/


Volto a um dos meus temas intimistas. O cinema. E acrescento uma banda sonora de imensa qualidade.

Chegou a vez de rever
Francis Ford Coppola, depois de dez longos anos de ausência.


Durante este tempo, supõe-se que esteve mais preocupado em apoiar a filha Sofia Coppola a construir uma carreira de realizadora. Destaque-se o seu último filme Marie Antoinette.

"Marie Antoinette(2006), starring Kirsten Dunst, which won the Cinema Prize of the French National Education System at the Cannes Film Festival."





Mircea Eliade | Youth Without Youth

Mas, voltemos a Coppola, que regressa à realização com a adaptação ao cinema de um obscuro livro romeno da década de 70 de Mircea Eliade.





Dominic Matei | Tim Roth
http://www.imdb.com/


Sinopse:

Matei, 70 anos, respeitado académico, linguista, filósofo e historiador, dono de um conhecimento ímpar.

Mas Matei é também um velho infeliz e amargurado pelo facto de ter perdido o grande amor da sua vida para se dedicar por inteiro à investigação académica.

No entanto, ao ser atingido por um raio, a sua idade começa a regredir, ao mesmo tempo que a sua mente se torna infinitamente mais brilhante. E vai dar-lhe ao mesmo tempo a oportunidade de viver a sua juventude... com dons e poderes que nunca suspeitou existirem.






Mircea Eliade | Uma Segunda Juventude
Edições Bico da Pena
http://www.fnac.pt/

"Um romance onde se tocam os limites da vida e os limites do conhecimento."






Dominic & Veronica
Tim Roth & Alexandra Maria Lara
http://www.imdb.com/

Youth Without Youth é um filme sobre as origens do ser, da linguagem, e sobre a efeméridade física, intelectual, e criativa, em todos nós.

Momento de reflexão, de amor, e de regeneração. A incoerência narrativa é fruto da liberdade de autor. E isso é um um bem adquirido.

Trata-se talvez de uma busca de dez anos de regressão 
sobre si mesmo, um misto de essência pessoal, acto religioso de íntima paisagem. Um filme sincero, transparente, subjectivo, portanto!



Dominic Matei | Tim Roth

E como gosto de filmes subjectivos! Filmes que deixam passar o lado mais humano de quem os imagina, os cria, os depõe despidamente diante o nosso olhar! E nos colocam perante nossas próprias subjectividades.

Um filme que tem sofrido críticas bastante negativas. A propósito, Coppola disse numa entrevista: 

"Os meus filmes de "adulto" foram realizados quando eu era ainda imaturo"

É uma afirmação fabulosa para entender Youth Without Youth! Mas oiçam o realizador Francis Ford Coppola:







Excelente interpretação de Tim Roth no papel de Dominic Matei. Roth é dos melhores actores americanos. No entanto, não devo esquecer Bruno Ganz, a linda Alexandra Maria Lara, entre outros.

E a banda sonora. Belíssima! Sublime, intimista, de Osvalfo Golijov, compositor argentino, um contraponto poético de grande sensibilidade.







Pois eu gostei profundamente! Ponham as críticas de lado. Cada um de nós sente como sente.

O lado humano de um criador de sonhos encantou-me. Completamente! E a banda sonora é divina!


Saí ainda com os acordes da banda sonora permanecendo, suaves, em minha memória auditiva. 




Youth Without Youth/ CD

Sob os acordes de Osvaldo Golijov, como música de fundo, escrevi este apontamento pessoal. Aceitem o convite e oiçam o tema. 

Tanta nostalgia de um mundo tão perto de nós.

Para mim, as críticas não me dizem nada! Faço as minhas próprias opções!

A rever!

G-S

Fragmentos Culturais, som de
Youth without youth tema de Osvaldo Golijov

01.05.2008
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Nota: Por vezes Google Chrome dá a existência de malware em posts com este. Windows não indicia nenhuma anomalia.

Actualizado: 29.03.2015


terça-feira, 15 de abril de 2008

Pôr-do-sol sobre a cidade




Gaetan Lee/2007
http://flickr.com/


Havia ainda outro jardim o da minha vida

exíguo é certo mas o do meu olhar

Eugénio Andrade, Sobre Flancos e Barcos

Como uma laranja sumarenta e gigantesca, o sol apagou seus fios e deitou-se. Lento, seguro, tranquilo, foi desaparecendo languidamente por entre os telhados, antenas e fiapos de nuvens da minha cidade!

Momento compartilhado pelas suas companheiras - as estrelas - que sorrateiras e brincalhonas piscavam em luminosidade acolhedora, harmoniosa, formando já fileiras em artísticos e desenhados recortes de luz cinza-prata.

Até os alegres pássaros espavoridos e silenciados a preceito, se contiveram contemplativos. Nenhum se atreveu a perturbar este momento paradisíaco dos céus da minha cidade.




Gaetan Lee/2007

http://flickr.com/

Já a noite cai! Os espaços azul-breu quente, enchem-se de luzes trémulas, transparentes, melancólicas, dispostas em cascata, agora atravessados por uma brisa solta e fresca que volteia serenamente numa distracção do tempo, na transcendência do momento. Prepara-se o despertar misterioso e terno da bela Lua!

E o silêncio pôs-se melodiosamente, quase com religiosidade, num recanto alargado da minha cidade.

A noite em tons rosa-arroxeado, com aromas quentes de campos verdes, e divagares da paisagem, espalha mansamente seu manto.

Um ritual de fim-de-tarde que posso contemplar, sempre que regresso a casa, buscando acalmia de mais um dia perturbador.

Ah! a noite doce no calor do sonho de uma inquieta alma de poeta!

G-S

©texto original, publicado sob pseudónimo em 07.06.2007)

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Fragmentos Culturais

15.04.2008
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domingo, 6 de abril de 2008

Portishead de novo em Portugal






Beth Gibbons
credits: Getty Images
http://media.gettyimages.com/

Devo confessar que um dos profundos desgostos dos últimos tempos se prende com o facto de não ter assistido a nenhum dos concertos dos Portishead no nosso país, na última semana de Março. Um dos meus grupos de culto dos anos 90 passara tão perto!




Adrian Utley/ Portishead

credits: Getty Images
http://media.gettyimages.com/





Portishead
credits: Getty Images
http://media.gettyimages.com/


Lembro ter escrito algo sobre os Portishead, numa noite de Janeiro 2006 e num outro espaço agora encerrado:




Beth Gibbons
credits: Getty Images
http://media.gettyimages.com/

De vez em quando, gosto de revisitar músicas que ouvi durante um determinado tempo, e que por cansaço onírico ou outras torrentes de afectos, fui arrumando na estante das emoções. 


Mas há dias ou fases de vida - não sei - algo redesperta. Pego neste ou naquele álbum para 're'ouvir com fervor uma melodia e dela me advêm novos sentires.

A voz de Beth Gibbons nesta composição - Glory Box - toca-me tão profundamente que atinge o âmago de minh'alma. E os sons instrumentais que se lhe contrapõem, dão-lhe um lancinante ênfase!






Foram efectivamente muito marcantes estes sons na minha vida! E permanecem!



G-S

28.01.2006


Cansaços, desencantos, angústias ou acalmias se seguiram a estes tempos! Mas, os Portishead continuam bem perto de minhas devoções musicais.

Saltar as datas que antecipadamente anotara numa memória de afectos fez-me sentir uma enorme perda. Como se não pudesse recuperar a magia que a este grupo me liga!


"O entusiasmo perante temas como Glory Box, Numb, Wandering Star, Over, Only You ou Cowboys foi mesmo tanto que no final de cada sequência vocal mais exuberante de Gibbons (que mantém a sua belíssima voz de quem podia estar a contar os seus desaires amorosos sentada no bar do hotel mais próximo) a assistência explodia em gritos e assobios." 





Geoff Barrow/ Portishead
credits: Getty Images
http://media.gettyimages.com/

(...)" excelente actuação de toda a banda, comandada por Adrian Utley na guitarra e Geoff Barrow (na percussão, bateria electrónica e deejaying)."

Gonçalo Frota



Devoção absoluta, pode-se ler! Não duvido! Teria sido o meu único sentimento se tivesse lá estado!





Beth Gibbons/ Portishead
credits: Getty Images
http://www.gettyimages.com/



G-S

(publicado 
sob pseudónimo em 31.03.2008)


Fragmentos Culturais

05.04.2008
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domingo, 30 de março de 2008

Uma questão de atitude... Hora Terra






Porto | Portugal
créditos: Fotolog Enfocado
http://www.enfocado.com/

Cidades portuguesas não apagaram as luzes.


As luzes das cidades portuguesas mantiveram-se ligadas às 20:00 horas de ontem, dia 29 de Março, apesar da iniciativa mundial que deixou às escuras mais de 370 cidades em 35 países.

Em 2007, a população de uma só cidade, Sydney, Austrália, em colaboração com a World Wildlife Foundation/ WWF  decidiu desligar as luzes durante uma hora.




Sydney Opera House & Harbor   bridge
credits: Mark Baker/AP 2008
http://www.ctvnews.ca/


Earth Hour organizada pelo Fundo Mundial para a Natureza - WWF (Austrália) tem como objectivo defender o Ambiente.

Este ano, mais de 370 cidades em mais de 35 países participaram na Earth Hour 2008, permanecendo de luzes desligadas, nos monumentos mais embelmáticos, durante uma hora (20:00 horas locais)

Uma enorme adesão a uma causa justa! Poupança de energia para defesa do ambiente em virtude das alterações climáticas é mesmo uma questão de atitude.






Portugal não fez parte desta iniciativa! O que é de lamentar. Falta de informação?

Nenhuma cidade portuguesa aderiu à Earth Hour, mas alguns cidadãos tomaram a iniciativa de desligar todas as luzes e equipamentos de suas casas  e colocaram tee-lights nas janelas, em sinal de adesão.

Foi esse o contributo português para preservar o Planeta Terra.


G-S

Fragmentos Culturais em defesa do planeta Terra

30.03.2008

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quinta-feira, 27 de março de 2008

Dia Mundial do Teatro : Teatro Nacional São João Porto





Teatro Nacional São João - Fachada
Porto | Portugal
foto: Autor não identificado
"É irrepetível e absolutamente efémero: isso é que é fantástico, é o mistério do teatro! Não fica nada, só a memória do público, que entretanto vai morrendo..."

Mário Viegas|Samuel Beckett


Celebra-se hoje o Dia Mundial do Teatro. Nada melhor do que conhecer um pouco da história do Teatro São João Porto.

Foi a sul da referencial Praça da Batalha que se ergueu o conhecido Teatro de São João, no mesmo local onde avultava o teatro de Ópera do mesmo nome, edificado entre 1796 e 1798, segundo projecto do arquitecto italiano e cenógrafo do Teatro de São Carlos, Vicente Mazzoneschi, e intervenção pontual do pintor António de Domingos Sequeira [1768-1837]. Um incêndio acabaria por destrui-lo em 1908.





Teatro S. João - sala
créditos: Autor não identificado



Teatro Nacional de São João
créditos: Autor não identificado
http://www.actconsultantservices.co.uk/ *





Teatro Nacional São João, hall de entrada
créditos: Rita Branco (?)





Teatro Nacional São João 
créditos: Autor não identificado


"Originalmente apelidado de Real Teatro de S. João, em homenagem ao então príncipe regente e futuro D. João VI (1767-1830) - a par do nome escolhido para o Teatro de S. Carlos, em honra a sua esposa, D. Carlota Joaquina de Bourbon (1775- 1830) -, o actual teatro foi projectado pelo arquitecto José Marques da Silva (1869-1947), que, influenciado pelo restauro do Théâtre d'Amiens, introduziu linhas arquitectónicas e uma gramática decorativa bastante aproximadas às de outras obras da sua autoria, como a "Estação de S. Bento", embora S. João apresente, exteriormente, uma coloração muito própria, semelhante à granítica."

O Teatro Nacional São João preparou dois eventos para celebrar o Dia Mundial do Teatro 2008:

  • Arquitecturas em Palco
"Uma quase inevitabilidade, a estreia nacional de Arquitecturas em Palco no Teatro Nacional São João, exposição que valeu a João Mendes Ribeiro a Medalha de Ouro, na categoria “Best Stage Design”, na Quadrienal de Praga 2007 – 11.ª Exposição Internacional de Cenografia e Arquitectura para Teatro."(...)

  • Dia Mundial do Teatro x 3
"Do Salão + ou - Nobre ao Claustro do Mosteiro de S. Bento da Vitória são muitos os palcos para celebrar na nossa companhia esta coisa multiforme a que chamamos teatro. Um programa intenso e transdiciplinado distribuído ao longo de três dias nos três espaços que agora compõem o TNSJ."

Teatro Nacional São João, in Dia Mundial do Teatro

Lamentável que o Teatro Nacional São João não previu actividades ou sessões para públicos escolares. É uma das suas funções, suponho.

O Museu de Teatro, actualmente Museu do Teatro e da Dança que se associa obviamente a esta festa, teve essa preocupação pedagógica.

Não deixe de visitar algumas das Exposições virtuais, nomeadamente a "Viagem à volta de uma cadeira" dedicada ao introdutor do Teatro em Portugal, o grande escritor Almeida Garrett.


O Teatro Nacional São João celebrou 100 Anos em 2020.

E agora já pode fazer uma Visita Virtual ao Teatro São João.




Almeida Garrett
Revista de Letras e Culturas Lusófonas
https://www.instituto-camoes.pt/


"O teatro é um grande meio de civilização, mas não prospera onde não a há!"

Almeida Garrett

Vá ao teatro!

G-S

27.03.2008
actualizado 21.01.2023

Nota: * Link(s) desactivados)
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