Sheryl Crow, a talentosa 'countrysonger' mais sexy da música folk americana, está de volta com um novo álbum100 Miles From Memphistão surpreendente como interessante. Tal como ela, o seu talento mantém-se intacto. A prova? Vejamos!
O título do disco é uma homenagem a Memphis, a cidade do blues onde Sheryl fez a sua aprendizagem musical. O som da guitarra corre-lhe nas veias desde os 5 anos !
Sheryl tem a alma de uma Aretha Franklin mas tem também o som do rock californiano dos Eagles. A sensual folk-songer tem tudo a seu favor!
A cantora retoma um tema de Michael Jackson, que acompanhou como elemento de coro e Justin Timberlake canta em duo no tema "Sign Your Name", de Terence Trent D’Arby.
Finalmente, Keith Richardsoferece-lhe um reggae brilhante! Um álbum muito country, mas essencialmente de excelente qualidade!
Deixo aqui o vídeo que documenta a gravação do álbum, com o testemunho da compositora, cantora e música - Sheryl Crow toca guitarra e piano. Contém também excertos das músicas deste encantador álbum!
Um álbum com influências da old school, country, soul, Aretha, Ottis Redding,Marvin Gaye, mas também dessa banda inesquecível, os Eagles.
A ouvir! Fresco como um dia de verão! Particularmente, gosto do tema cantado com Justin Timberlake!*
Sheryl Crow is a 2023 Rock & Roll Hall Of Fame Nominee – you can cast your Official Fan Vote daily until April 28th to get Sheryl into the Top 5!
Pela terceira vez em Portugal, desta feita para dar sequência à digressão mundial de promoção do último álbum, A Bigger Band.
O estádio das Antas, Porto, encheu. Muito animação. Pessoas de todas as idades e níveis culturais, mas todas, em coro, entoaram os temas mais conhecidos da banda. E foram muitos os que vibraram de pé, em gestos exuberantes, uns ou captando tranquilamente imagens digitais via telemóvel.
Mick Jagger, Keith Richards, Charlie Watts e Ronnie Wood continuam bem vivos, com quase 45 anos de carreira.
Quem esquece Satisfaction (1965), o tema que os tornou para sempre imortais?!
Os Rolling Stones mantiveram-se em palco durante duas horas, sem paragens, deliciando os fãs de puro rock & blues num grande e esplendoroso concerto. Cenários gigantescos, surpreendentes, ao bom jeito Rolling Stones. Equipamento de enorme qualidade técnica e arquitectónica possibilitou a montagem do maior palco jamais visto em Portugal. Deslumbramento total. As dezenas de milhar de espectadores, portugueses e estrangeiros, todos ficámos deslumbrados com o que vimos.
Mick Jagger imparável e turbulento, no seu jeito muito carismático, mais ponderado nos gestos, com os guitarristas Wood,Richards e Charlie Watts. Watts permaneceu ao longo de todo aquele dinâmico concerto, naquele seu jeito de quase impassível bonomia, por atrás da bateria, apenas sorrindo de quando em vez.
Ao quarteto juntaram-se, o baixista negro Darryl Jones, um coro de três elementos em que sobressaiu uma espantosa voz negras feminina, cujo nome não consegui descobrir, um teclista e quatro sopros.
Alguns dos temas que adorei relembrar - Start Me Up, Let's Spend The Night Together, As Tears Goes By, Miss YouStreets of Love (primeiro single internacional). Um tema featuringKeith Richards: This Place Is Empty.
A meio do espectáculo, uma plataforma deslocou-se do palco, percorrendo todo o relvado, trouxe até nós, fãs sentados nas bancadas situadas nos extremo oposto do palco principal, os Stones! Foi o delírio de jovens e menos jovens! Os Rolling Stones ali tão perto! Foi o momento mais ovacionado!
Houve quem saltasse para o relvado numa tentativa de poder captar imagens mais próximas ou acenar de bem perto, naquele gesto de 'imortalidade' concedido pelos ídolos.
O cenário fabuloso! Fogo de artifício, chamas autênticas, confesso que receei um pouco essa parte, muita gente, e a simbólica boca de Mick - marca registada dos Stones.
Uma homenagem comovente e discreta aRay Charlescaiu muito bem!
Os Rolling Stones terminaram o mega concerto com um encore - Satisfaction.
A noite quente convidava à esfuziante entrega ao ritmo quase sempre frenético da banda. Foi a festa total para todos! O entusiasmo envolvente dos sons e o poder de comunicação esfuziante de Mick Jagger não desiludiu todos os que lá estiveram!
"...os Stones abanaram o Dragão sem parar. Mick Jagger cantou, pulou, dançou e correu para a alegria dos fãs que o imitaram na assistência. Novos e velhos, durante duas horas, sem diferença de idades, estiveram absortos numa cápsula com o nome de «A Bigger Band»."*
TVI24
Não há dúvida que um concerto ao vivo tem um encanto imbatível! Uma mística envolvente!
São momentos estéticos, visuais e sonoros, que perduram na nossa memória sensitiva para sempre.
Gostaria de ter ouvido Angie!
Ah! Curiosidade? Mick Jagger fez anos em 13 Agosto.