Sunday, September 11, 2011

Impossível esquecer




Greg Semendinger|AP




Reuters


"Não sabemos onde jazem esses corpos
que o divino dispersa. Um olhar avistou-os, na
distracção da vida; e logo regressou à angústia terrestre,
somando lutos a partir de suspiros..."


Nuno Júdice, Cântico (fragmento), 2001



Para todos os que perderam a vida em 11 Setembro 2011. E foram tantos!


G-S

11.09.2011
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8 comments:

Isamar said...

Inesquecível! O mundo tremeu, o terror invadiu a América e deixou marcas que o tempo jamais apagará. Um primo meu, jovem, socorrista, ficou por entre os escombros nas caves das torres com muitos milhares de inocentes injustamente atingidos por mãos assassinas.

Bem-hajas, amiga!

Beijinhos

mfc said...

Apenas mais um dia em que a Humanidade foi negada!
Nada a que já não estejamos habituados.

pinguim said...

Não interessa o dia específico: ao longo destes 3652 dias, o mundo nunca esqueceu, e de futuro, jamais esquecerá, porque já faz parte da História.

vitor cunha said...

Ao praticar um acto destes, a crueldade sobrepõe-se à humanidade; quem o pratica perde o direito de viver entre os homens.
Aqui deixo a minha homenagem aos mortos e a minha solidariedade aos familiares.

Beijo

heretico said...

todas a homenagens e lágrimas são poucas...

... e não foram tantas vítimas como em Hiroshima!

... ou mesmo no Chile, em outro 11 de Setembro.

beijo

Isabel Maria Rosa Furtado Cabral Gomes da Costa said...

Querida FC:
Muito apropriado este fragmento do Nuno Júdice.
E como esquecer, se todos nós lá estávamos e todos nós também morremos um pouco naquela manhã, e continuamos a morrer, por mais anos que passem, sempre que revemos as imagens?
Um abraço com lágrimas.

Lilá(s) said...

Maracas que jamais serão apagadas...
Bjs

Fragmentos Culturais said...

Todos demos aqui o nosso testemunho sentido de momentos que permanecem magoados nas nossas almas.

A cada aniversário, a tristeza invade-nos. E choramos os que partiram alvoroçados :(

Nesse dia, não se fez História. A História foi vista por cada um de nós. E é essa visão que não nos deixa esquecer. Nunca.

A Isamar, mfc, João, Vítor, Herético, Isabel e Lilá(s) um abraço fraterno.