Sunday, February 28, 2016

Vamos assistir aos Oscars ?





The Oscars
Chris Rock

E depois dos Baftavamos assistir aos Oscars? Bem, a uma parte, já que a cerimónia começa a ser transmitida a partir da meia-noite e se adentra, regra geral, pela noite toda.

Sou uma fã incondicional dos Oscars, claramente. Adoro cinema, e uma festa do cinema como esta, não perco. Já sei que a melhor parte, terei que ver amanhã. 

Mas bom, interessa-me talvez porque consegui ver praticamente todos os filmes nomeados. Também gosto muito ficar a conhecer melhor as bandas sonoras, as canções mais votadas. E a animação (filmes de animação) é uma área que me encanta.

Chegamos assim, mais uma vez à noite dos Oscars. A noite de todas as estrelas. E de todos os sonhos. Também de muitas desilusões.



Oscars Best Movies

Vi muitos dos filmes que gostaria, antes de chegar à noite dos Oscars. Não tive tempo de ver The Revenant, e The Martian. Suponho que os únicos da lista dos nomeados na categoria Melhor Filme.

E como já me expressei sobre os filmes, em postagem anterior, prefiro hoje deter-me sobre os actores. Afinal, sem eles, não haveria melhores ou piores filmes. Ou pelos menos histórias que ficarão na nossa memória, quando falamos de cinema.




Melhor Actriz Principal
Best Actress in a Leading Role

Me perdoem, mas desta vez vou começar pelas actrizes. Das nomeadas para Melhor Actriz Principal, não vi o desempenho de Saoise Ronan em Brooklin. 

Quem gostaria que fosse galardoada? Depois de ver Cate Blanchett em Carol, Jenniffer Lawrence em Joy, e Charlotte Rampling em 45 Years, o meu voto vai para Brie Larson em Room (Quarto), filme que vi ontem.



Brie Larson The Room

Intensa, a interpretação de Brie Larson. Merece, sem dúvida o Oscar de Melhor Actriz Principal.




Melhor Actriz Secundária
Actress in a Best Supporting Role
https://consequenceofsound.files.wordpress.com

Das actrizes nomeadas para Melhor Actriz Secundária, não vi Jennifer Jason Leigh em The Hateful Eight de Quentin Tarantino. Desde seu penúltimo filme, recuso-me a ver os filmes deste realizador.

Alicia Vikander em The Danish Girl/ A Rapariga Dinamarquesa, um dos primeiros filmes nomeados que vi está no meu top.




Alicia Vikander/ The Danish Girl
http://oscar.go.com/nominees

Alicia Vikander no papel de Gerda Wegener, brilha (quase) tanto como Eddie Redmayne. Ela seria a minha escolha, apesar de saber que a preferida na corrida ao Oscar é a Kate Winslet, pelo filme Steve Jobs. Já ganhou o Globo de Ouro e o Bafta. Apesar de a considerar uma das melhores actrizes da actualidade, não considero uma das suas melhores interpretações.



Melhor Actor Principal
Best Actor in a Leading Role
http://cdn4.thr.com/

Passemos então aos actores nomeados. Não vi The Revenant, The Martian, nem Trumbo, este apenas saiu em sala comercial esta semana, e eu optei por Quarto, ontem.

Quem eu gostaria que recebesse  o Oscar de Melhor Actor? Vejamos.




Michael Fassebender / Steve Jobs

Apesar de considerar Michael Fassebender um actor de muita qualidade, não me consegui distanciar do verdadeiro Steve Jobs, por quem nutro grande admiração, de modo a dar ao actor todo o apreço que merece nesta sua interpretação.

Não vi The Martian, mas percebi, pelos trailers que Matt Damion tem uma excelente interpretação. Conheço bem o actor.

Restam Leonardo DiCaprio e Eddie Redmayne sobre quem já me pronunciei no meu último post sobre cinema, os Bafta Awards.

Assim, seria capaz de apostar em Eddie Redmayne, já que vi o filme. E a sua interpretação é fabulosa. 

Mas também considero por tudo que vi e li, que chegou a vez de Leonado DiCaprio, Vou aguardar até mais logo. Ou amanhã de manhã, é certo.




Melhor Actor Secundário
Best Actor in a Supporting Role

Bom, não veria Creed nem aprecio o estilo de Sylvester Stallone. Não vi Bridge of Spies, apesar de ser um filme de Steven Spielberg. Raramente perco um dos dos seus filmes. E portanto não sei da interpretação de Mark Rylance.

Gosto bastante de Mark Ruffalo, mas Christian Bayle ultrapassa tudo, nesta interpretação em The Big ShortAssim, o meu voto vai para Bayle.


Está na hora! Vemo-nos mais tarde?


G-S

Fragmentos Culturais

28.02.2016
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Monday, February 22, 2016

Umberto Eco : morte do mais letrado dos sonhadores





Umberto Eco (1932 - 2016)
Roberto Serra/Iguana Press, via Getty Images


Un personnage tout à fait fascinant" (...) "C'est un homme avec lequel j'ai gardé un rapport d'admiration totale et de plaisir de vie"

Jean-Jacques Annaud

É amanhã que se realizam as cerimónias fúnebres de Umberto Eco que terão lugar no Castelo Sforzesco, em Milão. A escolha não foi ao acaso. Da janela do seu apartamento, Umberto Eco avistava diaramente o Castello Sforzesco.





Umberto Eco

O monumento abriga um museu que expõe obras de Da Vinci e MichelangeloTalvez por se confrontar com o Castello Sforzesco em cada amanhecer milanês, Eco utilizara as suas catacumbas como elemento inspirador do mais recente livro  publicado (2015) Numero Zero, para situar alguns dos factos ficcionados que apimentam a narrativa sobre um falso jornal.

Numero Zero coloca questões sobre jornalismo e as novas plataformas digitais. Tem como cenário narrativo, a redação de um jornal diário





Umberto Eco
créditos : John Downing/ Hulton Archive

É a despedida de um dos maiores intelectuais europeus, perseguido pelo sucesso do romance 'O Nome da Rosa'. Mas Eco foi muito mais do que o autor desse romance histórico.  Não sei se essa colagem se deveu ao facto da obra ter sido adaptado ao cinema em 1986 por Jean-Jacques Annaud e protagonizado por Sean Connery

Numa certa tradição renascentista, Umberto Eco foi, simultâneamente, tantas coisas! Semiólogo, filósofo, linguista, professor universitário (convidado pelas mais reputadas universidades mundiais - Harvard, Columbia, Toronto, Collège de France - jornalista e escritor. Mantinha o seu lugar de professor na Universidade de Bologna.
A morte de Umberto Eco surpreendeu milhões de pessoas. Tanto, que as primeiras notícias publicadas nas redes sociais foram consideradas como um daqueles boatos falsos (hoax) que frequentemente anunciam a morte de pessoas célebres.

Os media mais sérios não se atreveram a confirmar a notícia até ao momento em que o jornal italiano La Repubblica avançou, citando fonte familiar, que Eco morrera em sua casa, em Milão, às 22:30 horas, sexta -feira, dia 19 Fevereiro.  

"È Morto Umberto lo Scritore Umberto Eco: Ci manqerà i suo sguardo sul el mundo" foi o título que acabou por dar veracidade ao rumor da morte de Eco. Um dos intelectuais europeus mais fascinantes do século XX que influenciou o mundo.

"Umberto Eco è morto. Il mondo perde uno dei suoi più importanti uomini di cultura contemporanei e a tutti noi mancherà il suo sguardo sul mondo."

Claudio Gerino, Republica.it

Fui completamente apanhada de surpresa. Como todos os que o admiravam. Eco é mesmo uma das referências maiores da cultura contemporânea.




Umberto Eco
créditos: Giovanna Silva

Há pessoas que se tornam mitos em vida. E por isso imortais, aos nossos olhos. A morte sempre nos surpreende.

Aconteceu com David Bowie. Aconteceu agora com Umberto Eco. Míticos e imortais que dão a cara até ao momento final, como se tudo estivesse bem. Nos dois casos ninguém diria que passavam já por momentos tão dolorosos.

Muita coisa já se escreveu. E eu, pelo enorme respeito que tenho pela erudição de Umberto Eco, não vou pôr-me aqui a repetir tudo o que ja foi dito e escrito.

Humildemente venero a sua infindável cultura, e fico-me mais pelo silêncio. Respeitoso.

"I believe that what we become depends on what our fathers teach us at odd moments, when they aren't trying to teach us. We are formed by little scraps of wisdom."

Umberto Eco, Foucault's Pendulum

Umberto Eco (na semiótica, análise social, iteratura), Antonio Tabuchi (no estudo e divulgação da obra de Pessoa) e Roland Barthes (na estética da literatura, e na análise do discurso amoroso), são três autores-chave do que penso e sinto. 

Referêcias máximas dos meus estudos literários e das escolhas culturais. Afectos literários. 
Sim, há autores a quem nos ligam fortes afectos, pelo que lemos, pela identificação de ideias, pela admiração do que escrevem.

Deixo apenas algumas obras que admiro. Li e releio em momentos de maior introspecção.





Sobre A Literatura, 2009
Umberto Eco


Sobre a Literatura é uma colectânea para estudiosos, críticos e para todos os que amam a literatura. Fala das funções da literatura, de autores que Eco admirava como Nerval, Joyce e Borges, mas também Aristóteles ou Dante, sobre o desenrolar dos acontecimentos históricos, ou problemas típicos do narrar. Alguns textos são autobiográficos ou até mesmo autocríticos.



Umberto Eco| Gusi Bejer

Por sabedoria mais do que pela idade, Umberto Eco ficou-se pelos livros, quer ensaios que enunciou abundantemente enquanto académico, quer romances que, segundo ele, começou a escrever quando já tinha feito quase tudo. Ou ainda, e sempre numa versão do próprio Eco 'porque quando não se pode teorizar deve narrar-se.'

"Não escrevo nenhuma espécie de autobiografia mas os romances são a minha autobiografia, há uma diferença.”


Umberto Eco nasceu a 05 de janeiro de 1932 em Alessandria, no noroeste de Itália, na região de Piemonte. Em 1988 fundou o Departamento de Comunicação da Universidade de San Marino. 

Foi Eco que escreveu a propósito do livro impresso:

"To read a paper book is another experience: you can do it on a ship, on the branch of a tree, on your bed, even if there is a blackout."

Umberto Eco




O Nome da Rosa
Umberto Eco
Difel


Umberto Eco publicou o seu primeiro livro ficção "O Nome da Rosa", 1980, que lhe valeu o Premio Strega, em 1981. Livro, que foi traduzido em mais de trinta línguas, e adaptado ao cinema em 1986.


O Pêndulo de Foucault
Umberto Eco
Difel

Em O Pêndulo de Foucault, Eco mistura romance histórico, aventura e mistério. O resultado é um inquietante relato que nos faz pensar: Poderemos ser todos vítimas de uma enorme conspiração de proporções cósmicas? 

Aliás há uma interessante entrevista sobre este livro, dada por Umberto Eco. O próprio artigo da Republica.it tem vários videos que aconselho a quem aprecia ouvir Umberto Eco


A Misteriosa Chama da Rainha Loana, 2005
Umberto Eco
Difel

A Misteriosa Chama da Rainha Loana que tem a particularidade de ser ilustrado, é um fascinante, divertido, nostálgico e e profundamente emocionante romance, do incomparável Umberto Eco. Neste livro, Eco coloca-nos na pele de Yambo, um sexagenário alfarrabista de Milão que sofre um AVC e que, apesar de escapar à morte, não evita perder a memória – ou pelo menos parte dela. E com ela percorre a vasta cultura que conhecemos em Eco. Eu adorei!  

Sucederam-se 'Um Dia Antes', 'Baudolino, ' O Cemitério de Praga'. 

Eco escreveu inúmeros textos sobre semiótica, assunto no qual era um especialista, além de estética medieval, linguística e filosófica.

Entre os seus notáveis trabalhos, estão "História da Beleza" (2004) e "História do Feio" (2007) 

Eco recebeu o mais alto prémio literário italano, o Premio Strega, foi nomeado Chevalier de la Légion d’Honneur pelo governo francês, e era membro honorário de American Academy of Arts and Letters.

No entanto, deixou sempre os Imortais desconfortáveis com a sua celebridade pop culture. Eco não via qualquer contradição neste estatuto duplo :

“I think of myself as a serious professor who, during the weekend, writes novels,” 





Também afirmava que a literatura universal era sempre repetição, e que já Homero repetira a tradição oral, milenar, anterior a ele. 

'Se os textos são máquinas preguiçosas que precisam da colaboração do leitor, então este, quando passa a escritor, reescreve essa mesma obra que o influenciou'. 




Histórias das Terras e dos Lugares Lendários, 2015

Umberto Eco

Tinha publicado recentemente Histórias das Terras e dos Lugares Lendários. Umviagem ilustrada pelos lugares lendários da literatura. Dos poetas da antiguidade aos escritores contemporâneos de ficção científica, os contadores de histórias de todas as épocas inventaram lugares míticos e imaginários, levando-nos a projectar neles sonhos, esperanças e receios.  Livro que ando a ler.

“Books are not made to be believed, but to be subjected to inquiry. When we consider a book, we mustn't ask ourselves what it says but what it means...”
 
Umberto EcoThe Name of the Rose


Sabe-se agora que um novo livro que estava preparado para sair em Maio, será agora 
publicado postumamente esta semana, 26 Fevereiro 2016: Pape Satan Aleppe. Com o subtítulo "crónicas de uma sociedade líquida". A expressão 'líquida' caracteriza confusão dos tempos que vivemos.

"Foi um homem universal, pelo fulgor do seu conhecimento e pela capacidade de disseminar esse conhecimento e o interesse pelas coisas, pela História e pela vida."


What is life if not the shadow of a fleeting dream?"

Umberto Eco, Baudolino


G-S

Fragmentos Culturais

22.02.2016
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Monday, February 15, 2016

E depois de Golden Globe, Bafta Awards






Photograph: Bafta/Rex shutterstock


Volto ao cinema. Suponho que a última vez que escrevi sobre cinema foi em As Sufragistas, Janeiro 2016.

É a temática de hoje. Cinema. Os grandes Prémios sucedem-se. E depois dos Globe Golden Awards, em Janeiro, esta noite tiveram lugar os Bafta 2016.




The Revenant/ O Renascido, 2015

Não há dúvida que este é o ano de Leonardo Di CaprioThe Revenant: O Renascido foi o grande vencedor dos BAFTA, atribuídos esta noite, 14 Fevereiro, na Royal Opera House, em Londres. A cerimónia teve Stephen Fry como anfitrião.



Alejandro González Iñárritu, Tom Cruise, Leonardo di Caprio
credits: David Fisher/REX/Shutterstock

O prémio de Melhor Filme foi anunciado por Tom Cruise. Para mim, um dos grandes 'injustiçados' dos Prémios Cinema de há muitos anos a esta parte.
Leonardo DiCaprio recebeu o Bafta de Melhor Actor e Alejandro González Iñárritu o de Melhor Realização. 
O Renascido/ The Revenant foi também distinguido pela Melhor Banda Sonora Original.


Leonardo DiCaprio/ Alejandro González Iñárritu
credits: Andy Rain/EPA
Alejandro González Iñárritu é um dos meus realizadores favoritos. Grandes filmes como Babel21 Gramas (21 Gramas, 2003), Amores Perros (2000), Mothers and Daughters (2005), Biutiful (2010) ou Birdman ou A Inesperada Virtude da Ignorância (2014).



Leonardo Di Caprio
credits: David Fisher/Rex shutterstock

Leonardo Di Caprio não era um actor que me interessasse muito. No entanto, comecei a olhar para ele diferentemente a partir de The Aviator (O Aviador, 2004) de Martin Scorsese, The Departed (Entre Inimigos, 2006) também de Martin Scorsese, Revolutionary Road (2008) de Sam Mendes e com Kate Winslet, J. Edgar (2011) de Clint Eastwood, e The The Great Gatsby (O Grande Gatsby, 2013) de Baz Luhrmann.
Os Bafta são os últimos grandes prémios de cinema, antes dos Oscars e, quase sempre, reforçam o favoritismo para a grande noite de 28 de Fevereiro em Los Angeles. Mas haverá surpresas, com certeza. 


O prémio para Melhor Actriz atribuído pela Academia Britânica de Cinema foi para Brie Larson no filme O Quarto / Room baseado no best-seller de Emma Donoghue. Há um site interactivo sobre este livro que vale a pena visitar.



Kate Winslet & Eddie Redmayne
credits: Getty Images

Foi a nível de actores secundários que houve algumas novidades. Kate Winslet venceu na categoria Melhor Actriz Secundária, em Steve Jobsdepois ter vencido nos Golden Globe Awards, mesma categoria.


E, sem a concorrência de Sylvester Stallone, o eleito dos BAFTA na categoria de Melhor Actor Secundário foi o britânico Mark Rylance em A Ponte dos Espiões. Este foi, aliás, o único prémio para o filme de Steven Spielberg, que liderava com nove nomeaçõe. As mesmas de Carol, que não obteve qualquer galardão.


Mad Max Fury Road, 2015
Apesar de não estar nomeado nas categorias de Melhor Filme, Realização ou Actores, Mad Max: Estrada da Fúria reforçou o favoritismo nas categoria de Efeitos Especiais.
O épico de George Miller ganhou em quatro das sete categorias nameadas: Design de produção, Montagem, Guarda-roupa e Caracterização/penteados. Não vi. Não é prpriamente o meu género de filme. Mas nas apresentações sucessivas que fui apanhando em outros fimes, pareceu-me grandioso e espectacular. Efeitos e imagem. Miller está considerado o melhor na estética cinematográfica moderna.


Acotores : Spotlight
Tom McCarthy/ Josh Singer
Photograph: Kerry Hayes/AP


A Queda de Wall Street/The Big Short
Adam McKay/ Charles Randolph
O Caso Spotlight e A Queda de Wall Street ficaram pelas distinções de Argumento. Melhor Argumento Original o primeiro, Melhor Adaptação ao Cinema, o segundo.
Vi os dois. E gostei bastante. A interpretação de Christian Bale em The Big Short é surreal e foi premiada nos Golden Globe Awards. Mas dos dois, preferi Spotlight.



Amy foi galardoado com o Bafta na categoria Documentário. Escrevi sobre o filme/ documentário Amy em Julho 2015, depois de o ir ver ao cinema. Um dos melhores e mais autênticos.

De todos os filmes galardoados, não vi O Renascido ou Mad Max. Dos que vi e gostei mesmo, Amy sem hesitar, e Spotlight. 


Filmes nomeados ou actores nomeados, que considero 'vencidos' injustamente em filmes que tenha visto: 

A Rapariga Dinamarquesa/ The Danish Girl Eddie Redmayne, fabuloso! Não estava nomeado para os Bafta, Mas não ganhou na mesma categoria em Golden Globe Awards









45 Years, 2015

E 45 Years/ 45 Anos, de Andrew Haigh. Nomeado na categoria de Melhor Filme em Língua Inglesa, e Melhor Actriz, Charlotte Rampling. Um filme intimista, muito ao estilo de Bergman que vale bem a pena ser visto.


A homenagem a actores ou realizadores desaparecidos até à data incluiu Alan Rickman, Maureen O'Hara, Omar Sharif, David Bowie, Ron Moody, Frank Finlay, Saeed Jaffrey and Sir Christopher Lee.

E agora, na expectativa dos Oscars.

G-S

Fragmentos Culturais

14.02.2016
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